Ainda se recordam do “Viquetor”, aquele ser parasitário alimentado pela sociedade protectora dos animais irracionais? O que assegura a sua alimentação remunerado pelos enormes disparates que escreve defendendo a corrupção? O acéfalo do pasquim oficial que perdeu todo o conteúdo cerebral por permitir, com muito apego, que a massa cinzenta fosse expulsa pela força eólica de vapores do rego?!

Por Domingos Kambunji

É esse mesmo, o que de vez em quando lhe dão oportunidades para escrever “paLarvas” do Director. O gang dos principais boçais do MPLA fica muito agradecido com as diarreias mentais do “Viquetor”, dão-lhe muito carinho e não param de o incentivar para continuar a defecar, a todo o vapor, mais “paLarvas” do Director.

O charlatão do pasquim oficial critica a oposição afirmando que ela é incapaz de lidar com opinião diferente. Será que ele pretendia dizer que a oposição têm dificuldade de lidar com a imposição de Rei-Presidente, quando este confunde cleptocracia com democracia?

A oposição demonstra uma enorme adversidade quando observa a repressão aos que têm uma opinião diferente. É por isso que as forças militares e policiais do “reigime” recebem uma fatia maior do Orçamento de Estado, muito mais do que a Saúde e a Educação, para a repressão da liberdade de opinião. O Orçamento da Nação favorece a repressão.

O eunuco mental do pasquim oficial prevê, com muita antecedência, a derrota eleitoral da oposição na próxima eleição. Ninguém espera o contrário, num país em que o resultado eleitoral é decidido no palácio presidencial e não pelos votos dos eleitores. É sempre assim que acontece nos países controlados e clonados pelo Putin. Se o Putin foi capaz de infiltrar-se no Sistema informático da Alemanha, EUA, França, Ucrânia… facilmente interferirá no matumbo sistema informático angolano, funcionando ainda a vapor, para facilitar o êxito daquele que se define como licenciado pelo Instituto Lenine, o herdeiro do trono, o Ministro da Guerra.

Dizer que o Jornal de Angola é imparcial é o mesmo que afirmar que o intestino grosso, local onde se situa a fonte do pensamento do Victor Carvalho, é uma fábrica dos melhores perfumes.

O parasita do pasquim oficial acusa a oposição de manter uma relação mentirosa com a imprensa. O “Viquetor” está a ver o filme ao contrário. Voltamos aqui a recordar as teorias escatológicas do Jornal de Angola sobre a crise e a miséria em Angola.

Quando se verificou a quebra no preço do petróleo, o pasquim afirmou que Angola não entraria em crise porque o Rei-Presidente diversificou atempadamente a Economia. Quando todos se riram desse disparate do diário dirigido pelo Trocodisco Morteiro (José Ribeiro), patrão do “Viquetor”, a argumentação passou a ser de que Angola não entraria em crise porque a exportação de diamantes iria compensar a perda de receitas com a venda de petróleo. Mais uma vez saiu bacorada. Então o pasquim passou a anunciar, aos quatro ventos, de que o Sua Excelência o Rei-Presidente decidiu diversificar a economia para compensar o decréscimo nas receitas do preço do petróleo. A diversificação da economia deu fiasco. Agora a desculpa da miséria em Angola é uma consequência da crise internacional.

Quando a comunicação social internacional desmascarou as falácias do pasquim oficial foi acusada de ser inimiga de Angola, pertencente uma organização de malfeitores tentando manchar a imagem do governo angolano. Todos nós sabemos que o “reigime” angolano é uma enorme nódoa e as falácias da informação e propaganda oficiais só servem para aumentar essa nódoa com a publicação de sofismas demasiadamente infantis.

É bom que fique bem claro que a postura de parcialidade escatológica do Jornal de Angola contribui fortemente para vulgarizar a mentira gerada no Comité Central do MPLA, propriedade do Rei-Presidente. A relação mentirosa do pasquim dirigido pelo Trocodisco Morteiro com os angolanos é um enorme atentado contra o raciocínio inteligente e contra o pensamento critico, estimulado em países modernos e democráticos.

A democracia, para ser sólida, necessita da intervenção de partidos políticos. Em Angola, a cleptocracia necessita de reprimir, prender e/ou matar todos os críticos. A cleptocracia para ser sólida necessita de órgãos de informação oficiais com pensamentos anais, empenhados em sabotar o debate público, incapazes de disfarçar as suas deficiência intelectuais.

Num país que apresenta um dos melhores índices de mortalidade infantil, (Angola é o pior), o vice-presidente angolano foi caçado pelo Sistema Judicial em esquemas de corrupção, manipulação de documentos e branqueamento de capitais.

As “prostitutas virgens” do Jornal de Angola, nomeadamente o Viquetor, ficaram muito escandalizadas pela divulgação desse facto. Nos países civilizados e democráticos a descoberta deste crimes é estimulada. Em Angola é condenada e as manifestações do donos do “reigime” são tão patéticas que até ameaçam com cortes nas relações diplomáticas.

É uma enorme chatice quando os donos do “reigime” são caçados na vigarice. Antigamente a desculpa era de que o capitalismo onternacional pretendia destruir a comunismo angolano. Agora que o MPLA é um partido defensor do capitalismo selvagem, cada vez que os senhores feudais do “reigime” são caçados em trafulhices começam a gritar que há “uma campanha internacional especialmente orquestrada para denegrir a imagem de Angola”. O “reigime” não é Angola. O “reigime” não necessita de campanhas internacionais para denegrir a imagem de Angola por os seus presidente, filhos e generais conseguirem efectuar esse trabalho, sem ajudas adicionais (com cumplicidades internacionais).

Nós sabemos que se o Manel Vicente for condenado, por corrupção, manipulação de documentos e branqueamento de capitais, abrir-se-á uma enorme caixa de vermes: provar-se-á que os ovos da “Isabegalinha” não eram ovos mas sim dólares da Sonangol, os generais boçais têm fortunas de muitos milhões pela sua actividade como ladrões, e o Presidente é indecente, cúmplice e incompetente.

É do conhecimento geral de que a Comunicação Social Oficial da “Reipública” de Angola, vulgarizadora da boçalidade, tem uma enorme fobia quando é confrontada com a verdade.

O “Viquetor” é apenas mais um boçal que faz parte do cortejo deste Carnaval.

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