É fácil, em Angola, vomitar bacoradas quando se está protegido pelo estatuto obtido através da bajulação e tentativas de canonização de ditadores de um re(i)gime dominado pelo MPLA, um partido sanguinário, corrupto e vigarista.

Por Domingos Kambunji

É o que acontece com o pseudo-democrata João Melo quando opina sobre o governo e as eleições em Angola, refugiado e escudado no conformismo parasitário de quem não se alimenta de “fuba podre, peixe podre…”

Será que o João nos quer convencer que Angola é um país democrático e desenvolvido quando, na verdade, em democraticidade e qualidade de vida, se encontra entre os piores dos piores, devido às contradições e ambiguidades e chico-espertismo matumbo dos Joãos do MPLA?

O João, pseudo-democrata e cangaceiro intelectual, recorre à agressão deslocada para tentar silenciar os críticos da palhaçada eleitoral em Angola, tentando retratar-se como o dono de toda a razão. Este comportamento é demasiado habitual nos e nas que nos tentam convencer de que são “prostitutas virgens”.

É para esse fim que ele tenta demonstrar, recorrendo à falácia, que em Angola se respeitam as normas e regras em vigor nos países com eleições democráticas.

O cozinhado dos resultados eleitorais, para a vitória de um partido que, nas suas génese e prática, é anti-democrático, iniciou-se há muito tempo. A farsa das eleições e apuramento de resultados foi apenas a implementação dos objectivos inicialmente traçados. O João quer que acreditemos que está muito ofendido por os outros partidos terem desmascarado essa tragicomédia e por revelarem a hipocrisia do MPLA no anúncio de vitória, divulgação de resultados provisórios da CNE do MPLA, apuramento “definitivo” de resultados, a “maioria desqualificada” do MPLA, as reclamações eleitorais da oposição e o choque/nojo que revelaram alguns democratas angolanos.

A basófia do João Melo revela um anquilosamento mental crónico, demasiado matumbo, exactamente igual ao dos diversos “pensadores/comentadores” que aparecem nos canais televisivos de Angola, a defenderem o MPLA, em que a diversidade consiste apenas na diferença da cor da gravata, que importaram de países democráticos ou da China.

A triste realidade é que 42 anos do MPLA no poder apenas conseguiram parir um Dengue Tchau Pinga, também conhecido por João “Malandro” Lourenço, o que pretende ser um presidente como o Deng Xiauping da China, um país onde a democracia é, o que todos sabemos, uma miragem.

Os discursos eleitorais e de vitória do Dengue retratam a figura de mais um dirigente medíocre, demasiado cúmplice com as práticas de corrupção em Angola durante as últimas décadas. Ele é um travesti/clone do presidente que abandonou o poder, o que não se recandidatou, por motivos de elevada invalidez.

Angola irá ser presidida por um (can)Dengue Malandro. Que Deus lhe acuda, para os mais religiosos, ou que o futuro seja capaz de desmistificar e coicear estes demagogos, para os agnósticos e ateus, são os nossos votos.

Quanto ao João, o Melo, talvez o convidem para desempenhar o cargo de Ministro da CUmunicação, na tentativa de dar continuidade em Angola à Informação obedecendo a uma lógica escatológica.

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