Os órgãos de informação social oficial, fecal, não param de nos fazer rir. Levantam as orelhas e a voz, durante a sua já muito longa lengalenga de répteis e julgam que se deslocam e pensam na vertical. No Huambo, João “Malandro” Lourenço voltou a deixar cair a máscara. Ficou à vista a imagem de José Eduardo dos Santos e de Agostinho Neto.

Por Domingos Kambunji

O grande destaque das últimas emissões ruminais é dado ao discurso do João Malandro, no Huambo. Os papagaios do “reigime” relevam a afirmação do João, malandro e aldrabão: “só um governo encabeçado pelo MPLA assegurará a estabilidade e o bem estar dos angolanos, com uma governação moderna, transparente, competente”.

Os factos desmentem o João. A governação encabeçada pelo MPLA colocou Angola, em prosperidade, no lugar 141, entre 149 países, numa avaliação efectuada pelo Legatum Institute de Inglaterra. O passado dá-nos uma previsão das perspectivas futuras de Angola com um governo anquilosado, corrupto e incompetente do MPLA. O João Malandro fez parte desse passado de governantes incompetentes, matumbos e corruptos, como ministro do governo do MPLA.

As doenças parasitárias, se não forem fatais, demoram muito tempo e exigem muito conhecimento para se poderem combater. A megalomania parasitária do MPLA já provocou e continua a ser responsável por muitíssimas centenas de milhar de mortos em Angola.

Nesse discurso o João Malandro afirmou que “num determinado momento, o Huambo foi afectado pelo diabo que por aqui passou com o seu rasto de destruição”. Nós, que não nascemos ontem nem exercemos a profissão de “bajulinos” do “reigime” para comprarmos pão e pirão, lembramo-nos bem desse momento em que o diabo passou pelo Huambo e, pelos vistos, sedentarizou e criou raízes.

Esse diabo está em constante mutação: surgiu com o rosto do Agostinho Neto, mudou para apresentar-se com o rosto de José Eduardo dos Santos e, tudo indica, surgirá brevemente com uma nova mutação, com o rosto do malandro, o João.

Imaginem como Angola poderia ter avançado num desenvolvimento harmonioso se a MPLA não tivesse decidido iniciar a guerra civil para implantar uma ditadura comunista!… O João, o malandro, é um dos grandes beneficiários dessa situação. A grande maioria dos angolanos não!

O MPLA ganhou a guerra civil porque conseguiu matar mais, com os seus instintos irracionais de uma megalomania pacóvia.

O João diz que, no Huambo e no resto do país, vai investir na Educação. Não é isso que o MPLA diz que tem estado a fazer nas últimas quatro décadas? O investimento do MPLA nesta área foi e será um enorme fracasso. Com tanto “in-vestimento” na Educação só conseguiu colocar Angola no lugar 132 entre 149 países e nenhuma universidade de Angola está entre as 100 melhores universidades de África. O João, o malandro, é mesmo um grande charlatão!

Se em Angola até o Kangamba é general… assim se poderá perceber qual é a honestidade intelectual do João, o malandro general.

A Angola do malandro e de outros generais até parece ser ficção com o exagerado número de acontecimentos boçais.

O João diz que o MPLA é um partido de ma$$as. De facto é verdade, é um partido de massas muito brutas, teimosamente matumbas.

As empresas do MPLA de fornecimento de água e electricidade a Luanda, EPAL e ENDE, decidiram não exigir aos consumidores o pagamento por fornecimentos… não efectuados. Os órgãos de informação sociais, fecais, imediatamente começaram a zurrar: “Quando se fazem bem as coisas é preciso relevar isso”!

Nos países modernos, civilizados, os consumidores são indemnizados pelo não fornecimento de serviços contratualizados. Em Angola os consumidores pobres são um tristes coitados, estão constantemente a ser enganados.

Foi demasiado cómica a afirmação que o João fez no Huambo: “Vamos continuar com a nossa postura de partido sério”!

Infelizmente Angola continua e continuará a ser comandada por generais boçais, capazes de manipular mentalidades e resultados eleitorais.

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