ANGOLA registou menos acidentes de viação e mortes em 2016 comparativamente a 2015, com a redução de 3.959 acidentes, 921 óbitos e 3.168 feridos, informaram hoje as autoridades angolanas.

Os dados foram avançados pelo comandante-geral da Polícia Nacional de Angola e porta-voz do Conselho Nacional de Viação e Ordenamento do Trânsito, que hoje esteve em reunião em Luanda, dirigida pelo vice-presidente de Angola, Manuel Vicente.

Ambrósio de Lemos referiu que em 2016 houve uma redução substancial dos acidentes e suas consequências em mortes e feridos, tendência que se regista igualmente este ano.

“Em 2017, os acidentes também estão a diminuir, isto fruto do trabalho que se está a realizar e também de um trabalho de consciencialização das pessoas utentes dos meios para conduzir com mais prudência, a fim de evitar que Angola continue nessa cifra alta em termos de acidentes de viação”, referiu.

Segundo Ambrósio de Lemos, no primeiro trimestre deste ano também se destaca a redução de acidentes (-911), de mortes (-252) e de feridos (-690), comparando a igual período de 2016.

“Se continuarmos a reduzir os acidentes ao longo desses anos, poderemos sair dessa faixa negra de sinistralidade rodoviária, poupando vidas”, disse o responsável.

Em Angola, os acidentes de viação são a segunda causa de morte, depois da malária.

Na reunião de hoje, o Conselho Nacional de Viação e Ordenamento do Trânsito analisou igualmente o regulamento sobre a sinalização do trânsito, para harmonização à sinalética da região austral africana.

O encontrou serviu, de igual modo, para analisar o mapeamento dos pontos críticos de acidentes, especialmente na cidade de Luanda, para facilitar um socorro adequado, bem como para analisar o que deve ser o regulamento sobre o controlo de ingestão de bebidas alcoólicas no exercício da condução.

Lusa

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