ANGOLA. O Comité Central do MPLA manifestou hoje o profundo reconhecimento pelo papel determinante de Cuba na luta de libertação nacional, em memória do líder histórico Fidel Castro.

O reconhecimento vem expresso no comunicado final divulgado pelo secretário para a informação e propaganda do MPLA, Mário António.

Na abertura da segunda sessão ordinária do Comité Central do partido, o presidente do MPLA, José Eduardo dos Santos, pediu um minuto de silêncio em homenagem ao líder cubano Fidel Castro, falecido há uma semana e aliado histórico do MPLA.

O comunicado destaca que foi determinante o desempenho de Cuba durante a luta de libertação nacional, bem como o apoio militar ao povo angolano “quando os exércitos invasores do então regime do ‘apartheid’ da África do Sul e do ex-Zaíre, tentavam impedir a proclamação da independência nacional de Angola em 11 Novembro de 1975”. Não é bem assim, mas em época de dirigentes no fim da linha, sejamos benevolentes.

“O apoio militar de Cuba e do presidente Fidel Castro, que se estendeu até finais da década 80, também foi incomensurável noutras esferas da vida nacional angolana com particular realce para a educação, saúde e construção”, disse Mário António, na leitura do comunicado.

Na homenagem de hoje, o presidente do partido destacou que Fidel Castro “foi o maior amigo de Angola” e uma “figura histórica” do movimento revolucionário.

“Ajudou o povo angolano a conquistar a independência. A defender essa independência, a defender a integridade territorial e todas as conquistas então alcançadas”, enfatizou José Eduardo dos Santos.

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