ANGOLA. O presidente da angolana TAAG garantiu que a companhia aérea já cortou 70 milhões de dólares em custos no primeiro ano de gestão pela Emirates e só pela via da reforma saem trabalhadores da empresa.

Em entrevista à agência Lusa, em Luanda, o presidente do Conselho de Administração da companhia estatal, Peter Hill, explicou que, sem margem para crescer nas receitas, tendo em conta a crise em Angola, a aposta da administração está a ser na redução de custos.

“Nós dissemos, no nosso plano de negócios, que em três anos íamos reduzir custos em 100 milhões de dólares e logo no primeiro ano já poupamos 70 milhões. Por isso estamos muito contentes e posso dizer que as finanças da companhia estão a melhorar dramaticamente”, explicou.

“Herdamos uma companhia não lucrativa, com muitos trabalhadores, e nos últimos 12 meses estamos a reduzir os custos”, enfatizou o administrador, que assumiu funções, indicado pela Emirates, há um ano, ao abrigo do contrato de gestão da TAAG que a companhia aérea árabe assinou com o Governo angolano.

Segundo Peter Hill, a TAAG conta agora com cerca de 4.000 trabalhadores, para operar 31 destinos domésticos e internacionais, após uma forte redução, apenas com programas de reforma.

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