ANGOLA. Em 2017, podem os autóctones angolanos e a comunidade internacional esperar que nada será diferente.

Se uma coisa o regime é fiel é quanto ao “ADN/Fraude/Mentira”, que lhe permite manietar, manipular e usar artifícios para subverter a democracia, mantendo-se ditatorialmente no poder.

O texto da Constituição e das leis, são bonitos, mas resumem-se a meras palavras ocas, sem conteúdo, porque proibidas de serem aplicadas. Se fosse diferente, há muito teríamos uma alteração do quadro político partidário, que institucionalizou a corrupção através da distribuição primitiva do capital, por decreto do Presidente Eduardo dos Santos.

Agora, quando os comissários da CNE (Comissão Nacional Eleitoral), no pedestal da sua soberania, consagrada na própria constituição jessiana, se dirigem ao presidente da Assembleia Nacional denunciando algumas irregularidades, que colocam em cheque a imparcialidade, isenção e transparência da CNE, eis que surgem sanções disciplinares, a exemplo do que acontece com os professores se não forem a marchas a favor do presidente, que não se sabe se é rei.

Afinal existe uma lei distinta para o regime aplicar a quem tente interpretar a outra lei…

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