PORTUGAL. O chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa, não esclareceu hoje se convidou o Presidente da Guiné Equatorial a visitar Fátima, mas defendeu que impedir essa a visita a qualquer cidadão lusófono “seria oposto à ideia de mobilidade” na CPLP.

“Seria oposto à ideia de mobilidade e de circulação no espaço da CPLP o estar a colocar entraves a quem quer que seja na ida a Fátima no próximo ano”, declarou o Presidente da República.

Podem ser ditadores, mas isso pouco interessa. Podem ser donos de um país onde não se respeita os direitos humanos, mas isso pouco interessa. Nos seus países pode existir a pena de morte, mas isso pouco interessa. O importante à mobilidade no espaço da CPLP.

Marcelo Rebelo de Sousa falava numa conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro português, António Costa, no final da XI Cimeira da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Brasília, a propósito da vontade manifestada pelo Presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema, de visitar o Santuário de Fátima.

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