ANGOLA. Em comunicado, assinado pelo Tenente-General “Sem Medo”, e enviado ao Folha 8, a FLEC/FAC diz ter morto 18 soldados das Forças Armadas de Angola, nos “violentos confrontos opuseram no dia 23 e 25 de Setembro as FAA e as FAC”.

Os confrontos ocorreram “nos arredores da aldeia Makumeni no Municipio de Buco­Zau, uma semana após a visita do Embaixador Português João Caetano da Silva em Cabinda”, diz o comunicado, acrescentando que “18 soldados angolanos foram mortos durante os combates, incluindo um comandante da operação militar FAA cujo o corpo se encontra na morgue do hospital Alzira da Fonseca de Buco­Zau”.

Diz ainda a FLEC que “mais outros 8 feridos foram contabilizados do lados da FAA, enquanto o exército de Cabinda FLEC/FAC, registrou 3 mortos e 4 feridos em combate”.

O comunicado diz também que a FLEC “continua alertar no sentido de informar a opinião pública nacional e internacional que Cabinda é um território em guerra, apesar da campanha de desinformação do governo angolano, a realidade no terreno é o contrario do que se afirma.”

“A guerra existe em Cabinda e que os confrontos vão continuar até que o governo angolano se comprometa a negociar com a FLEC/FAC para uma solução pacifica e uma paz duradoira”, refere a organização no comunicado, acrescentando que “o Alto Comando das Forças Armadas Cabindenses ­ FAC, mais uma vez reitera o seu convite para a imprensa livre nacional e internacional se deslocar ao terreno e acompanhar a situação em tempo real”.

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