ONU. Um elefante branco marcou hoje presença em Genebra, Suíça, na 33ª Sessão do Conselho dos Direitos Humanos da ONU.

Os Estados membros desse elefante branco pomposamente chamado de Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) reiteraram que a promoção e protecção dos direitos humanos no espaço CPLP e no mundo é uma das prioridades da sua actuação.

Os povos lusófonos sentiram-se duplamente violentados. Por um lado, a CPLP passa-lhes um atestado de menoridade intelectual e, por outro, emite-lhe uma certidão de matumbez em último grau.

O compromisso reiterado pelo paquiderme foi feito durante o Painel de Discussão de Alto Nível sobre a implementação da Declaração da ONU sobre a Educação e Formação em Direitos Humanos: boas práticas e desafios, no quadro da 33ª Sessão do Conselho dos Direitos Humanos.

Os países membros desse “pakhúdermos” reconhecem a educação em direitos humanos como importante ferramenta nesse sentido e estão fortemente comprometidos com a implementação do Programa Mundial sobre Educação em Direitos Humanos, actualmente em sua terceira fase (2015-2019).

É mais uma peça do anedotário lusófono que, certamente, será lavada à cena num qualquer areópago teatral de Luanda.

SUIÇA. Um elefante branco marcou hoje presença em Genebra, Suíça, na 33ª Sessão do Conselho dos Direitos Humanos da ONU.

Os Estados membros desse elefante branco pomposamente chamado de Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) reiteraram que a promoção e protecção dos direitos humanos no espaço CPLP e no mundo é uma das prioridades da sua actuação.

Os povos lusófonos sentiram-se duplamente violentados. Por um lado, a CPLP passa-lhes um atestado de menoridade intelectual e, por outro, emite-lhe uma certidão de matumbez em último grau.

O compromisso reiterado pelo paquiderme foi feito durante o Painel de Discussão de Alto Nível sobre a implementação da Declaração da ONU sobre a Educação e Formação em Direitos Humanos: boas práticas e desafios, no quadro da 33ª Sessão do Conselho dos Direitos Humanos.

Os países membros desse “pakhúdermos” reconhecem a educação em direitos humanos como importante ferramenta nesse sentido e estão fortemente comprometidos com a implementação do Programa Mundial sobre Educação em Direitos Humanos, actualmente em sua terceira fase (2015-2019).

É mais uma peça do anedotário lusófono que, certamente, será lavada à cena num qualquer areópago teatral de Luanda.

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