ANGOLA. Agora é que vai ser. O programa “Água para Todos” vai cobrir 80 por cento da população desfavorecida, que habita em zonas críticas.

A garantia, em contexto eleitoral, é do secretário de Estado das Águas, Luís Felipe da Silva, que discursava na abertura do Fórum de Negócios Angola-Dinamarca 2016, o programa foi criado para suprir a carência nas áreas rurais.

Neste contexto, sublinhou que o crescimento e a expansão do sector das águas e a entrada de capital privado são eixos estratégicos de longo prazo com impacto no desenvolvimento do país, no horizonte 2025.

“Acreditamos que o potencial e a experiência do Reino da Dinamarca vão conduzir-nos a melhores soluções, face as nossas necessidades”, concluiu Luís Felipe da Silva.

Já a embaixadora da Dinamarca em Angola, Trine Rask Thygesen, afirmou que Angola entrou no novo milénio com taxas de crescimento impressionantes.

A diplomata, que também descobriu o “ovo de Colombo”, afirmou que a redução do preço do petróleo acentuou a necessidade de Angola diversificar a economia, desenvolver a capacidade produtiva e criar infra-estruturas para gerar um crescimento económico sustentável.

“A resposta do Executivo angolano tem sido, entre outras, o foco em fazer crescer a economia em recursos naturais e ambientais”, disse.

“Com este foco na água e na energia, o Fórum será um excelente catalisador para fortalecer os nossos laços políticos e económicos, forjando novas parcerias para o futuro”, ressaltou.

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