Nós já percebemos que, para o Álvaro Artur Domingos Queiroz, as Universidades de Bá Cu e a do Catambor, no ranking mundial, estão muitos pontos acima da Universidade de Harvard, onde estudou o Presidente Obama.

Por Domingos Kambunji

T ambém já percebemos que a Universidade José Eduardo dos Santos é, para o Álvaro Artur, muito melhor do que o MIT ou as Universidades de Princeton, Yale, Columbia, Stanford, ou a de Chicago (só para citar algumas).

Compreendemos que esse mercenário, da propaganda e informação, pense assim porque não consegue ver para além do quintal presidencial e julga ser muito eloquente porque exibe a sua cagança apenas no perímetro de segurança do palácio do Rei-Presidente.

Este tipo de Mania é tratável num serviço de psiquiatria competente, não pelo Serviço Nacional de Saúde que depende da visão, embirração e corrupção do angolano Rei-Presidente.

O Álvaro Artur anda muito chateado porque a SONY produziu um filme cómico, caricaturando o regime da Coreia do Norte (um misto das ideologias do Stalin e do Hitler). Nessa caricatura, dois jornalistas são instruídos para atentarem contra a vida do sósia do Zédu na Coreia do Norte, o Kim Jong Un.

Como não poderia deixar de ser, o mercenário do pasquim oficial revela estar muito chocado porque essa sátira ao Rei da Coreia do Norte também poder funcionar como uma crítica à incoerência, criminalidade e incompetência do Rei-Presidente angolano.

Ficamos muito agradecidos com os urros, ganidos e coices do Álvaro Artur. Eles acabam por funcionar, muito bem, como publicidade, como um convite para irmos, com toda a curiosidade e certeza, ver esse filme.

Nós já percebemos que o objectivo principal do Reigime de Luanda, ao investir num, muito inflacionado, contrato salarial com o Álvaro Artur, é o de tentar evoluir para um sistema governamental com a cultura do Medo da Repressão e da Morte, como o da Coreia do Norte.

Foi por isso que o Reigime foi contratar, em Portugal, um parasita, um pária vendável a qualquer ideologia, para ter a barriga muito cheia, nunca vazia como a de milhões de angolanos, negligenciados e enganados pela Republicana Monarquia.

“Este tipo de jornalistas nunca foi profissionalmente digno e honrado. Na realidade eles nunca foram jornalistas, sempre foram, isso sim, um enormes vigaristas. Eles foram e são, desde o tempo colonial, paus mandados, prontos a rastejar perante qualquer dono mais ou menos endinheirado”, exactamente como fazem o Álvaro Artur e o Bolha, em obediência ao José Eduardo dos Santos.

Tentar comparar a visão sobre direitos humanos e sobre os valores éticos e morais de Barack Obama com as de Zédu ou do Kim Jong Un será o mesmo que dizer que o anão do Sambizanga é tão ou mais alto do que a Willis Tower, o Empire State Bulding, a Torre Eiffel ou o arranha-céus Burj Khalifa no Dubai.

Tentar comparar a indústria e a evolução tecnológica dos EUA com a verificada em Angola, será o mesmo que dizer que os carros de lata e arame ou os arcos, com que as muitíssimas crianças pobres brincam em Angola, possuem tecnologias de ponta muito superiores aos aviões Boieng 777, aos Rolls Royce e aos Ferrari.

O Álvaro Artur não percebe isso porque o esclerosamento sempre lhe afectou a capacidade para o pensamento. Na verdade, ele é exageradamente remunerado para não pensar, apenas para megafonear aquilo que os Donos do Reigime lhe mandam zurrar.

A obsessão compulsiva em que se transformou a bajulação cansativa do Álvaro Artur ao Rei-Presidente angolano, rondando quase as fronteiras do assédio sexual, obriga-o a viver numa cegueira muito sanzaleira, cada vez mais afastado do realidade.

Não recomendamos ao Kim Jong Un ou ao Álvaro Artur uma ida para terapia em Barcelona. A principal razão reside no facto de depois de tantas viagens particulares de Zédu a essa capital dum território autónomo de Espanha, para revisão e recauchutagem, os serviços de oftalmologia revelaram-se incapazes de melhorarem a visão do Rei-Presidente angolano sobre Democracia e, em termos de sanidade mental, ele continua a pensar que a desonestidade vil é o valor mais elevado dos que planeiam e governam a angolana sociedade civil.

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