O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) afirmou hoje que a eleição do país como membro não permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas é o “reconhecimento” internacional aos “esforços” angolanos “na preservação da paz”.

A eleição “é uma vitória da diplomacia angolana e reflecte o reconhecimento da comunidade internacional aos esforços empreendidos pelo Estado angolano na preservação da paz, na reconciliação nacional, na consolidação do Estado democrático de direito e na estabilidade macroeconómica do país”, lê-se na declaração final da reunião.

Angola foi eleita na quinta-feira, pela segunda vez na sua história, como membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU, no decurso de uma votação na assembleia-geral da organização, realizada em Nova Iorque.
A eleição “deveu-se, também, ao papel de Angola, no contexto internacional”, em que desenvolve “várias iniciativas políticas e diplomáticas importantes, com vista à resolução dos conflitos que grassam pelo continente africano”, recorda o MPLA, sublinhando o caso dos Grandes Lagos, cuja presidência da respectiva Conferência Internacional é assumida pelo país, desde Janeiro.

Na reunião de hoje da estrutura do partido, no poder em Angola desde 1975, no que toca à vida interna, a mesma informação indica que foi preparado o V Congresso Extraordinário do partido, previsto para este ano, tendo sido analisado o anteprojecto de tese “MPLA e os Desafios Político-Eleitorais”.

“Documento que evidencia o posicionamento do MPLA, relativamente às principais questões à volta da organização e realização dos processos eleitorais em Angola e [o comité central] recomendou o estudo e enriquecimento da proposta, a ser discutida e aprovada no conclave”, conclui a informação.

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