Entre muitas das “coisas” que faz, o Governo têm uma intensa actividade comercial. Assim, através do Ministério das Pescas, exportou 41 mil 287 toneladas de marisco, bem como 1.425.522 litros de óleo de peixe, durante o ano de 2014. A informação foi hoje dada, em Luanda, pela insuspeita titular da pasta das Pescas, Vitória de Barros Neto.

S em avançar os países que compraram o produto ao Governo de Angola, Vitória de Barros Neto, que falava na cerimónia de cumprimentos de fim de ano, disse que a produção pesqueira de Janeiro a Novembro foi de cerca de 396 mil toneladas, incluindo a pesca industrial, semi-industrial, artesanal marítima e continental.

Quanto à produção pesqueira, a governante afirmou que a mesma ultrapassou em 6,3 por cento as metas preconizadas, tendo contribuindo para este facto a pesca artesanal, marítima e a continental.

Relativamente ao ano de 2013 (em que se registou a cifra de 363.022 toneladas) verificou-se, até ao momento, um aumento de 8 por cento na produção pesqueira.

A ministra referiu que a produção de peixe seco atingiu, no período em análise, cerca de 15 mil toneladas, representando pouco mais de 41 por cento da meta preconizada, ou seja, uma subida de 30 por cento relativamente ao ano de 2013.

Na indústria salineira, foram produzidas, até ao momento, 39. 146 toneladas, cerca de 45 por cento da meta estabelecida para o presente ano.

Relativamente à frota pesqueira, em 2014 foram licenciadas um total de 253 embarcações a favor de 108 empresas, das quais 42,3 por cento são nacionais e as demais a operarem em parceria com empresas angolanas.

Tendo em conta a ideia de diversificação da economia, o Executivo aprovou o Plano Nacional de Desenvolvimento da Pesca Artesanal, Marítimo e Continental para o período 2014-2017 e o Plano de acção para o Desenvolvimento da Aquicultura em Angola, para o mesmo período.

A governante frisou ainda que o sector continuará a utilizar os serviços do Fundo de Apoio às Indústrias de Pesca e da Empresa Nacional de Abastecimento Técnico das Pescas, que ao longo destes últimos anos, vem implementando programas nos domínios socioeconómico e produtivo, fornecimento e distribuição de materiais, artefactos e equipamentos de pescas aos pescadores artesanais.

No domínio da aquicultura, disse a ministra, o executivo continua a dar uma especial atenção ao fomento deste subsector, como forma alternativa incontornável para o aumento da produção pesqueira em Angola.

O Plano Nacional de Desenvolvimento estipulou a meta de produção de 60 mil toneladas até 2017.

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