A Direcção político-militar da FLEC/FAC apela à mediação do Papa Francisco, da Comunidade Internacional, e particularmente os Estados Unidos da América e dos Estados membros da União Europeia para forçarem Angola a terminar com a violência em Cabinda.

F ace “à actual situação a Comunidade Internacional deve nomear com urgência um Enviado Especial a Cabinda a fim de garantir a segurança da população e monitorar de forma autónoma e independente o cumprimento dos Direitos Humanos em todo o território de Cabinda”, afirma Nzita Jean Claude, Secretario da Informação e Imprensa, em declarações ao Folha 8.

Nzita Jean Claude afirma que “o silêncio da Comunidade Internacional face à ocupação militar angolana de Cabinda tem contrastado com o respeito do Direito Internacional Humanitário que diz defender”, acrescentando que “a FLEC/FAC manifesta, mais uma vez, que está disponível para resolver definitivamente o conflito em Cabinda através do diálogo conjuntamente a Comunidade Internacional e Angola a fim de encontrar uma solução pacífica, durável, reciprocamente aceitável e viável.”

A FLEC/FAC insiste que tem todos os meios humanos disponíveis para desenvolver um programa sério que visa a pacificação de Cabinda.

“Apelamos, mais uma vez, ao Governo angolano para que se empenhe definitivamente e crie todas as condições que favoreçam o início de um diálogo para construir as bases da paz e da estabilidade no território de Cabinda”, conclui Nzita Jean Claude.

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