Um grupo de intelectuais chineses atribuiu a Fidel Castro um prémio da paz, uma distinção alternativa ao Nobel, saudando os esforços do ex-presidente cubano para “resolver crises internacionais”.

L iu Zhiqin, um dos organizadores do “Prémio da Paz Confúcio”, citado pelo jornal Global Times, diz que “Castro, quando esteve no poder, não recorreu à força ou à violência para resolver as crises e conflitos de âmbito internacional, em particular com os EUA”.

O pai da revolução cubana, que abandonou o poder em 2008, “tem trabalhado de forma incansável para se reunir com dirigentes e organizações estrangeiras, e dedicou-se à causa da eliminação das armas nucleares”, acrescentou.

Para a edição de 2014 dos prémios Confúcio, Fidel Castro foi nomeado juntamente com a presidente sul-coreana, Park Geun-Hye, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e a Organização de Cooperação de Xangai.

Também os camaradas chineses se esqueceram de José Eduardo dos Santos. Simplesmente imperdoável.

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